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Resumo da semana no mercado financeiro 13-17/01/2020

Bolsa: O Ibovespa, principal índice da bolsa de valores do Brasil, fechou a semana aos 118.478 pontos, próximo do recorde de 118.573 pontos obtidos no pregão de 02/01/2020. Na semana, a alta do índice foi de 2,58%. O otimismo ficou por conta do acordo comercial EUA-China, números robustos de crescimento da economia norte-americana e sinais de que a economia da China acelerou no final de 2019. Esse cenário externo otimista ofuscou dados da economia brasileira que indicaram uma retomada do crescimento econômico mais lenta do que o esperado. Destaque para as ações da Vale (VALE3) que subiram 6,82% na semana com a alta do minério de ferro no mercado global. Entre os bancos, Inter (BIDI4) subiu 4,49% na semana e Bradesco (BBDC4) teve alta de 2,96%. No segmento de varejo, a Via Varejo (VVAR3) subiu espantosos 17,35% na semana, enquanto Magazine Luiza (MGLU3) teve alta de 4,92%. O destaque negativo foi a Petrobras (PETR4), que caiu 1,39% no período.

Dólar: A moeda norte-americana teve alta na semana de 1,73% frente ao real, fechando a sexta-feira cotada a R$4,1648 na venda. Trata-se da terceira alta semanal consecutiva e, no ano, o dólar já acumula alta de 3,79% frente ao real. Contudo, no último relatório FOCUS publicado em 13/01/2020, o mercado espera que no final de 2020 a cotação do dólar seja de R$4,04 (contra R$4,09 na semana anterior).

PIB: O governo melhorou a projeção de crescimento do PIB para 2020, para 2,4%. No último relatório FOCUS, o mercado prevê alta de 2,30%, resultado igual ao da última semana.

Inflação: O Índice Geral de Preços (IGP-10) apontou inflação de 1,07% em janeiro, contra 1,69% em dezembro. Apesar do valor ainda alto, é menor que o registrado em janeiro/2019, que foi de 2,26%. Na zona do Euro, a inflação fechou o ano de 2019 em 1,3%. Já na Argentina, a alta dos preços foi a maior desde 1991, atingindo 53,8% em 2019, sendo uma das mais altas do mundo e a segunda maior da América Latina, atrás apenas da Venezuela. No Brasil, a expectativa do mercado revelada no relatório FOCUS é de que o IPCA termine este ano a 3,58%, valor pouco menor que 3,60% registrado na semana anterior.

Gráfico da semana: Em meio a debates sobre o aquecimento global e os incêndios na Austrália, cuja nuvem de fumaça já deu meia volta no planeta e atingiu a América do Sul (no Brasil apenas o Rio Grande do Sul foi atingido), o Centro Comum de Pesquisa da Comissão Europeia e da Agência Holandesa de Avaliação Ambiental (PBL) divulgaram um gráfico com os maiores emissores de CO2 do mundo, segundo publicação de 2018. China e EUA lideram a fila, seguidos da União Europeia. O Brasil não aparece entre os 12 maiores emissores.

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