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Mercado financeiro – resumo da semana 14 a 18/10/2019

A semana começou com o Banco Central divulgando o relatório Focus, segundo o qual o mercado prevê para o final deste ano inflação de 3,28% medida pelo IPCA (contra previsão de 3,42% há uma semana e 3,45% há um mês). A projeção do PIB ficou estável em 0,87% para este ano, assim como a taxa de câmbio de R$4,00 por um dólar. A SELIC também apresentou projeção estável a 4,75% ao ano para o fim de 2019 e mesmo valor para fim de 2020.

Dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) mostram que foram criados 157.213 novos postos formais de trabalho em setembro, maior valor para o mês desde 2013. O dado marcou o sexto resultado positivo consecutivo no ano. De acordo com o CAGED, essa também foi a primeira vez em 2019 em que todos os Estados apresentaram resultado positivo. No acumulado dos nove primeiros meses do ano, foram criadas 761.776 vagas, na série com ajustes, resultado mais forte para o período desde 2014

A PETROBRAS (PETR4 e PETR3) divulgou em 17/10 um relatório trimestral referente ao período julho-setembro/2019, no qual informa que a produção atingiu 2.878 milhões de barris de óleo equivalente por dia (Mboed), 9,3% acima do 2T19, com destaque para a produção do pré-sal, que hoje responde por 60,4% da produção de óleo do Brasil. No 3T19 a produção atingiu novo recordo mensal de 3,0MMboed além de novo recorde diário de 3,1MMboed, ambos alcançados no mês de agosto.

No mercado financeiro ocorreu o início de reservas e ações referentes ao IPO do banco BMG e da varejista C&A. O Ibovespa teve alta de 0,86% na semana e o dólar fechou a sexta-feira valendo R$4,1186, registrando alta de 0,584% no período.

A B3 comunicou que as vendas financiadas de veículos em setembro de 2019 somaram 508,4 mil unidades, entre novas e usadas, incluindo autos leves, motos e pesados. Esse número representa um aumento de 19,8% em relação a setembro de 2018 e engloba veículos novos e usados em todo o País. Desse total, 189,2 mil representam veículos novos – 15,9% a mais do que em setembro do ano passado – e 319,2 mil, de usados, alta de 22,2% na mesma base de comparação.  O aumento do financiamento de veículos reflete maior otimismo em relação à economia e também é resultado da queda nas taxas de juros.

decor

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