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Bolsa de Valores – Em que tipos de ações investir

Muitas vezes o investidor quer aproveitar os bons momentos da bolsa de valores, mas não sabe em que papéis investir. Uma boa dica para esses casos é investir em um ETF.

Mas o que são os ETFs?

O ETF de Ações, também conhecido como Exchange Traded Fund, é fundo negociado em Bolsa que representa uma aplicação em uma carteira de ações que busca retornos que correspondam, de forma geral, à performance, antes de taxas e despesas, de um índice de referência. Como índice de referência do ETF de Ações admite-se qualquer índice de ações reconhecido pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

As cotas do ETF são negociadas na B3 de forma semelhante às ações. Ao adquirir tais cotas, o investidor, indiretamente, passa a deter todas as ações da carteira teórica do índice, sem ter que comprá-las separadamente no mercado. Dessa forma, o ETF pode proporcionar mais rapidez e eficiência no momento de diversificar seus investimentos.

Existem diversos índices de referência para os ETFs, tais como o PIBB11, que é espelhado no índice IBRx50 (50 ações mais negociadas na bolsa), o BOVA11 que é referenciado ao índice que engloba todas as ações negociadas na B3, e outros.

De modo geral os índices de ações permitem ao investidor avaliar como um grupo específico de ações se comportou em relação a um outro grupo ou à sua própria carteira de ações. Isso porque os índices de ações são calculados a partir de uma carteira teórica de ações, criada apenas para medir o desempenho desses ativos.

Um índice que pode ser uma boa opção de investimento é o que engloba as ações conhecidas como small caps, ou seja, ações de empresas menores, que não tem muita visibilidade para o mercado. O índice que engloba essas ações é o SMLL.

O objetivo do SMLL é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de uma carteira composta de empresas de menor capitalização.

O SMLL é composto das ações e units (carteira de diferentes tipos de ações da mesma empresa) exclusivamente de ações de companhias listadas na B3 que atendem a certos critérios de inclusão e exclusão.

Não estão incluídos nesse universo BDRs (Brazilian Depositary Receipts, são ações de companhias estrangeiras negociados em bolsa) e ativos de companhias em recuperação judicial ou extrajudicial, regime especial de administração temporária, intervenção ou que sejam negociados em qualquer outra situação especial de listagem.

Os ativos que compõem o SMLL não podem ser classificados como penny stock (ações cujo valor é menor que R$1,00).

Compõem o SMLL os ativos que, em ordem decrescente, estejam classificados fora da lista dos que representam 85% do valor de mercado de todas as empresas listadas no mercado a vista (lote-padrão) da B3.

Para compor o SMLL é preciso ter presença em pregão de 95% ou mais.

No SMLL, os ativos são ponderados pelo valor de mercado do free float (ativos que se encontram em circulação) da espécie pertencente à carteira.

O ETF associado ao índice SMLL é o SMAL11.

Pequenas empresas costumam reagir rápido às oscilações da economia. Isso quer dizer que em momentos de alta (bullish) as small caps tendem a valorizar mais. Mas é preciso ter cautela, pois nos momentos de baixa (bearish), as small caps também vão reagir mais rápido!

Veja o desempenho do SMAL11 no gráfico de dezembro/2018 ao início de março/2019:

Você pode obter um gráfico atualizado desse ETF no site na B3, clicando em:

http://www.b3.com.br/pt_br/market-data-e-indices/servicos-de-dados/market-data/cotacoes/


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